domingo, 9 de agosto de 2009

Passagem para a Índia



Adoro esse filme e perdi a conta das inúmeras vezes em que o assisti. Comprei o DVD e vira e mexe estou revendo alguns trechos... O filme Passagem para a Índia, (1984) dirigido por David Lean, foi baseado no livro homônimo de E. M. Forster. A trilha sonora, linda, é de Maurice Jarre.
Um resumo da história: No final da década de 1920, Adela Quested, (a sempre ótima Judy Davis) uma rica inglesa liberal, parte para a Índia, então sob domínio britânico, em companhia de sua futura sogra, a Sra. Moore (Peggy Ascroft) a fim de encontrar Ronny Heaslop, seu noivo, e decidir se casa-se e fixa residência na Índia. O clima, as diferenças culturais e religiosas, a postura colonialista adotada por Ronny e a atitude dos britânicos com o povo indiano chocam as duas inglesas recém-chegadas. Interessadas em conhecer a "Verdadeira Índia", ambas fazem amizade com o Dr. Aziz, (Victor Banerjee) um gentil médico indiano. Durante uma excursão, em que o Dr. Aziz leva Adela e sua futura sogra para conhecer as Cavernas de Marabar, algo estranho acontece que desencadeia eventos trágicos na vida das personagens.

Passagem para a Índia foi vencedor de 2 Oscars: Melhor Atriz Coadjuvante, para Peggy Ashcroft como Mrs. Moore e Melhor Trilha Sonora, apesar de ter sido indicado em outras 9 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Judy Davis), Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Som e Melhor Roteiro Adaptado.

Adela Quested (Judy Davis) e Mrs. Moore (Peggy Ascroft) chegando a Índia.



Dr. Aziz (Victor Banerjee)





As Cavernas de Barabar foram chamadas de "Cavernas de Marabar", ao servirem de cenário para o livro e filme Passagem para a Índia. As Cavernas de Barabar ficam a 35 km ao norte de Gaya, no estado de Bihar.

Veja um vídeo de apresentação do filme Aqui

7 comentários:

Maria Augusta disse...

Tenho uma grande fascinação pela Índia e pelo contraste cultural que lá ocorreu na época da dominação inglesa. Uma das fases da História que mais impressiona é a da sua independência, com a luta e a filosofia de Gandhi e a guerra fratricida que a seguiu. Não assisti a este filme mas vendo as imagens impressionantes que você nos trouxe me deu vontade de vê-lo.
Um grande beijo e uma boa semana para você.

jugioli disse...

Uma beleza de filme, gosto do tema de iniciação feminina que ele aborda com muita sensibilidade.
bjs.

Elma Carneiro disse...

Já ouvi falar muito dessa filme e confesso que ainda não ví.
Há muito perdi o hábito de ir ao cinema infelizmente, mas adoro filmes.
No caso desse fiquei com vontade e ver, quem sabe o encontro em alguma locadora. Adoro filmes de outras culturas, pois a gente tem a oportunidade de ver pessoas diferentes, paisagens, riquezas e até a pobreza - o que não falta por lá.
E na India é possível todos esses contrastes de classe social, aliás, como em todo país, até os mais evoluídos podemos notar diferênças sociais e culturais.
Mas a India não deixa de ter uma certa magia devido aos seus inúmeros e tradicionais mitos religiosos.
Gosto das suas cores, as roupas lindas, mas não acho legal aquelas divisões por castas, que ocorre na Índia, as coisas lá não são tão lindas quanto parece, muitas coisas estranhas e bizarras acontecem alí.
Gostaria muito de conhecer o Taj Mahal.
Muito boa a sua postagem que nos dá a oportunidade de refletir sobre as diferenças de todos nós.
Obrigada pela visita.
Beijos

Unseen Rajasthan disse...

Beautiful shots !! I loved the location..This is absolutely great Sonia..Thanks for sharing..http://my-days-and-night.blogspot.com/2009/08/award-time.html

expressodalinha disse...

Grande filme. Excelentes fotos.

Glennis disse...

I like the elephant ride with the umbrella, beside the huge rocks. And the little doors in the rock.

JM disse...

Este filme contribuiu bastante para a minha vontade de conhecer a India, embora a realidade de hoje seja bem diferente... Vou ter de revê-lo, pois tenho muita curiosidade em saber quais os locais que consigo, agora, identificar.

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